Folha 00106 de outubro de 2026
Dia das Crianças: a caçamba na calçada também ensina

Toda criança em Manaus já parou para ver uma caçamba sendo colocada na calçada. O caminhão chega, o braço desce, a caixa encosta no chão e ela fica ali olhando. É uma cena comum, mas, dentro dela, cabe uma lição que a gente raramente diz em voz alta: tudo o que a gente joga fora vai para algum lugar, e alguém precisa levar.
Educação ambiental não começa na escola, começa em casa
A prefeitura leva o assunto para a sala de aula com o projeto Garis da Alegria, que usa música, teatro e humor para falar de descarte correto, separação de recicláveis e desperdício. Luiz Paz, coordenador de Educação Ambiental da Semulsp, explica a escolha do formato: "quando ensinamos de forma leve e divertida, o aprendizado fica mais fácil e a mensagem se espalha". Só que a criança passa poucas horas na escola e muitas em casa, onde vê o pai jogar o resto da obra na caçamba ou no terreno ao lado.
Augusto Salomão Oliveira dos Santos, coordenador do projeto Amazon Eco Pet, resumiu bem numa ação da prefeitura com crianças de 6 a 10 anos: "Quando a gente trabalha cedo com os nossos jovens, estamos plantando as sementes de um mundo melhor." Plantar cedo, aqui, é deixar o filho acompanhar a chegada da caçamba e explicar por que a reforma não vira montinho na esquina.
O igarapé é a lição mais visível de Manaus
Nenhuma criança daqui precisa de teoria para entender poluição. Basta atravessar uma ponte sobre um igarapé e olhar para baixo. O ex-secretário da Semulsp Altervi Moreira já fazia o pedido que continua valendo: que a população não descarte resíduos nos rios nem nos igarapés. A caçamba existe justamente para que o resíduo tenha um caminho que não passe pela água.
E vale explicar para a criança que o lixo da rua chega ao igarapé sozinho, levado pela chuva. Não precisa de alguém para jogar lá dentro. A embalagem largada na calçada, o saco de entulho que não coube na caçamba, tudo desce com a primeira chuva forte.
Três coisas simples que dá para ensinar nesta semana
- Separar: mostre que papel, plástico, vidro e metal vão para os pontos de entrega voluntária e que o resto da obra vai para a caçamba. São caminhos diferentes.
- Reutilizar: pote vira porta-lápis, madeira boa vira prateleira, sobra de tinta termina outra parede. O que sobra mesmo, aí sim, vai para a caçamba.
- Perguntar: leve a criança a perguntar para onde o caminhão leva a caçamba. Adulto que não sabe responder costuma descobrir junto e aprender também.
Criança aprende olhando, não escutando
De nada adianta falar de reciclagem no Dia das Crianças e, na semana seguinte, empurrar entulho para o terreno vazio da esquina porque dava trabalho contratar uma caçamba. Criança registra o que a família faz, não o que a família diz. A caçamba na frente de casa, com o material dentro dela e não espalhado pelo passeio, é aula prática de responsabilidade.
A Repe Entulho leva a caçamba e a prova de onde o resíduo foi parar
A Repe Entulho trabalha com caixa coletora de 5 m³ licenciada para entulho de obra, reforma, demolição, limpeza de terreno, poda e capina. O orçamento é fechado conforme volume, bairro e prazo; a caçamba é entregue no local combinado e a retirada é agendada, com locação residencial de 1 a 4 dias e contrato mensal para empresas. A empresa também faz coleta de lixo ambulatorial, de clínicas, consultórios odontológicos, laboratórios e estúdios de tatuagem.
O diferencial é o que vem depois da caçamba sair da sua calçada: o resíduo vai para área licenciada com documentação, incluindo o Certificado de Destinação Final. A empresa é licenciada na Semmas, no Ipaam, na Semulsp, no Ibama e no Sinir e atende Manaus, Iranduba e Manacapuru. É exatamente a resposta que o seu filho quer ouvir quando perguntar para onde o caminhão levou aquilo tudo.
Vai reformar? Peça sua caçamba na Repe Entulho!
